As minhas compras
O seu cesto está vazio.
Adicione produtos ao seu cesto.
Os meus favoritos
Não perca os seus favoritos!
para guardá-los e gerir diferentes listas.
(0 artigos)
A lista de produtos favoritos está vazia.
Adicione produtos aos seus favoritos.
SÚCUBOS
Favorito
SÚCUBOS
Papel
14,00
ComprarComprar

Detalhe
Editora:
Astrolábio Edições
Data de publicação:
2021-12-06
Páginas:
150
ISBN:
978-989-37-1478-2
Género:
Ficção
Idioma:
PT
Sinopse

Cigarros e cervejas e logo era meio dia. O bar, pouco a pouco, tomou forma. Um sábado de verão é sempre uma boa pedida para arranjar algo em um lugar público. Grupos de mulheres, de amigos e casais se acomodavam nas mesas. Eliza. Merda! Tomei um trago dos bons para esquecer aquela maldita deliciosa. Ligar para Fernanda seria uma solução para os meus tormentos.

Levantei e paguei a conta.

Não resisti aos meus impulsos e fui visitar Eliza.

Cheguei de surpresa.

Ela estava de pijama.

Foi receptiva dessa vez.

Entrei em sua casa.

Apreciar a quem se ama é como admirar a paisagem à beira de um penhasco e depois cometer suicídio se jogando sobre as pedras. Nunca entendi como os ratos caíam nas armadilhas. Admirando Eliza, tudo fazia sentido.

 Devagar, degustei aquele momento. Abracei-a. Eliza entendeu o ritmo. A beijei, não havia escovado os dentes, mas não era isso que eu buscava. Grudaria em seu corpo, mesmo se estivesse toda cagada.

Me joguei na ratoeira e no penhasco. Era uma pequena satisfação, que crescia de instante a instante. Olha, vale a pena viver.

 Ela pegou a minha mão, me levou até o quarto. Uma cena em câmera lenta. Nossos dedos deslizavam por nossas peles umedecidas. Nossas línguas criaram nós. Eu acariciava o seu cabelo. Parava de beijá-la e contemplava a sua face. Ela tinha pequenas e quase inexistentes sardas que se escondiam, onde só era possível ver de muito próximo. Nossos olhos se cruzaram e nossas almas se inverteram. Senti os seus lábios. Os lábios da freira que eu transei em uma missa de sétimo dia.

Nossas pernas se entrelaçaram. Deitamos, meu corpo forçou o dela no colchão. Eliza se sentiu sem ar por um momento. Tirávamos nossas roupas lentamente. Nossos ouvidos estavam tapados para qualquer barulho externo. Eu sentia o seu coração, o sangue passeando por suas veias e sua excitação; sua essência. A leveza da sua brisa natural. Como uma manhã de outono em que ainda podemos ver neblina e tomamos um café sentindo um ar frio entrando em nossos pulmões.

Nus, colocamos o cobertor por cima de nossos corpos e deixamos a luz acesa.

Leituras semelhantes
Invisível para mim mesmo, antes do presente
Favorito
Invisível para mim mesmo, antes do presente
Maurício J. D. Martins
12,00
Cães mudos
Favorito
Cães mudos
Luís Cardoso
14,00
A linguagem do amor
Favorito
A linguagem do amor
Teresa Caetano
16,00
Um conto do além-pintura ou QUEM GANHAR TEM RAZÃO?
Favorito
Um conto do além-pintura ou QUEM GANHAR TEM RAZÃO?
Cesare Marcotto
18,00
Um esconderijo na floresta
Favorito
Um esconderijo na floresta
Goreti da Rosa
12,00
A porta do sol
Favorito
A porta do sol
João Gonçalves
15,00
Rosita – Uma história argentina com pedaços de verdade
Favorito
Rosita – Uma história argentina com pedaços de verdade
Isabel Pacheco
16,00
Estórias do Capilo
Favorito
Estórias do Capilo
Pedro Pereira
12,00
Estrada Branca - À sombra de dois ciprestes
Favorito
Estrada Branca - À sombra de dois ciprestes
Matilde Zagalo Oliveira
12,00
De Conto a Romance - Vol. III
Favorito
De Conto a Romance - Vol. III
Carlos Galinho Pires
17,00
Gualdim, o Templário
Favorito
Gualdim, o Templário
João Sevivas
12,00
Vímara Peres
Favorito
Vímara Peres
João Sevivas
12,00
Pague de forma seguraPague de forma segura:
Receba em primeira mão
As nossas ofertas e novidades literárias